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Dr. Nevton Valdir Bringmann
 

ANTICONCEPÇÃO (Métodos Reversíveis)

Métodos Naturais

Tabelinha:
         
A mulher aprende a conhecer seu ciclo menstrual e observar o período em que está fértil. Nesse período ou ela não mantém relação sexual ou usa algum outro método anticoncepcional. Mulheres cuja menstruação ocorre de 28 em 28 dias ovulam no 14o dia do ciclo (vale lembrar que o 1o dia do ciclo é o 1o dia da menstruação). O ciclo de 30 dias implica numa ovulação no 15o dia. Calcula-se cinco dias antes e cinco dias depois da ovulação (o espermatozóide pode permanecer vivo até 72 horas dentro do útero da mulher e, por isso, é necessário uma margem de segurança) e estabelece-se o período de abstinência.
          Não é um método muito confiável, pois pode haver erro de cálculo ou alteração da data prevista para ocorrer a ovulação, fato que pode acontecer por vários motivos. É um método contra-indicado para as mulheres que não têm regularidade menstrual absoluta. Mas, mesmo aquelas que têm intervalos certos entre as menstruações devem procurar um Ginecologista para conhecer com mais detalhes o funcionamento do seu ciclo.

Coito Interrompido
        
Consiste em o homem retirar o pênis da vagina antes da ejaculação, evitando assim que os espermatozóides contidos no esperma possam alcançar o útero. É um método de alto risco e não confiável. Além das chances de atraso na retirada do pênis pode ocorrer a saída de esperma antes do orgasmo.

Método da Ovulação ou do Muco
         Também conhecido como método Billings. A mulher identifica os dias em que pode engravidar observando a umidade da vagina. Requer um período de observação e treinamento para que o método funcione adequadamente. É considerado um método pouco confiável, pois em alguns casos o muco vaginal pode estar alterado por outros fatores, podendo confundir a mulher. 

Temperatura Basal
          Trata-se de medir a temperatura do corpo para descobrir se está no período fértil. Esse método tem duas desvantagens que o tornam pouco prático e confiável. Primeiramente a temperatura corporal só sobe exatamente no dia em que a mulher ovula, ou seja, ela não delimita o período fértil (dia da ovulação mais cinco dias antes e cinco depois). Outro problema é que a temperatura deve ser medida assim que a mulher acordar, exigindo um controle diário da temperatura.


Método de Barreira

Camisinha
          É um saquinho de borracha ultrafino, descartável, que o homem coloca no pênis ereto, um pouco antes do coito, e que retém o esperma. Além de ser um método seguro, a camisinha é o único capaz de proteger mulheres e homens de doenças sexualmente transmissíveis. Existe também a camisinha feminina, com a vantagem de não depender da vontade do homem para ser utilizada.

Diafragma
         
Trata-se de uma capinha de borracha fina com bordas flexíveis, colocada pela própria mulher no fundo da vagina com creme ou geléia espermaticida. Além de tampar a entrada do útero, o alto teor de acidez do espermaticida mata o espermatozóide. O diafragma deve ser colocado até oito horas antes de haver qualquer penetração e retirado somente oito horas depois da última relação. Para usá-lo a mulher deve ir a um Ginecologista, pois somente ele poderá indicar o tamanho correto para cada usuária, dependendo da anatomia de sua vagina. O diafragma não é descartável. Quando bem colocado e não tendo fissuras, é um método relativamente seguro, mas como qualquer outro método, tem suas contra-indicações.


Métodos Químicos
          São produtos em forma de creme, espuma ou óvulos que a própria mulher coloca no fundo da vagina um pouco antes da relação. Esses produtos contêm substâncias químicas capazes de destruir os espermatozóides. São métodos de baixa eficácia quando usados isoladamente, por isso recomenda-se utilizá-los sempre em conjunto com camisinha ou diafragma.


Método Mecânico

DIU – Dispositivo Intra-Uterino
          São dispositivos em forma de “T” feitos em cobre, material que funciona como um elemento espermaticida, inviabilizando a fecundação (não há concepção, porque existe uma barreira impedindo a chegada do espermatozóide ao óvulo). O dispositivo é colocado no útero pelo Ginecologista, preferencialmente durante a menstruação, pois além do colo do útero estar mais amolecido, o que facilita a introdução, tem-se a certeza de que a mulher não está grávida.


M
étodos Hormonais

Pílula Combinada
          A pílula é um comprimido feito com hormônios semelhantes àqueles produzidos pelo organismo feminino, que impedem a ovulação. Atualmente é o anticoncepcional mais utilizado pelas mulheres, e classificado como supereficaz. A pílula é cercada por muitos mitos desde que foi lançada no mercado, em 1960. Passou por uma série de mudanças e, atualmente, está na quinta geração. Tem baixíssima dosagem hormonal e as possibilidades de a mulher sofrer qualquer efeito colateral são mínimas. Para garantir sua eficácia, é fundamental que ela seja ingerida diariamente, sempre no mesmo horário e que seja seguida corretamente a orientação médica. O intervalo entre um ciclo e outro deve ser de sete dias.


Injetável

          Esse método também combina os hormônios femininos, porém em doses bem mais altas, possibilitando um efeito mais prolongado. A administração é por via intramuscular e a aplicação é mensal ou trimestral. É um método bastante seguro, mas que pode provocar alguns distúrbios menstruais.

CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA

Definição

          Os anticoncepcionais de emergência são métodos que podem ser usados pelas mulheres, depois de uma relação sexual desprotegida, falha potencial de um método anticoncepcional ou estupro.

Quando usar

  • Após relação sexual desprotegida

  • Falha presumível de um método anticoncepcional

  • Estupro

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